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08/12/2009
O prefeito João Alberto Viana de Amaral (Jonga) em entrevista a rádio Prado FM na última segunda-feira 07/12, falou da finalidade da criação da Taxa do Turismo, destacando que a mesma é pra dar sustentabilidade turística ao município e foi criada pelo Conselho Municipal de Turismo (COMTUR), que é formado por pessoas do seguimento turístico da cidade. O prefeito ressaltou que o projeto depois de ter passado pelo COMTUR, foi aprovado por ele e encaminhado à câmara para a provação legal e consequentemente instituída a TAXA no município de Prado. Jonga, diante de muitos comentários, questionamentos e protestos de alguns vereadores e empresários contra ao projeto, classificando-o como inconstitucional, esclareceu que a pessoa que viaja e se hospeda em hotel de região turística, já conhece a cobrança da taxa. Destacou ainda que com a queda da arrecadação no município não tem como manter o turismo municipal, haja vista que toda despesa é arcada pela prefeitura.
Na oportunidade relatou que Prado terá o melhor réveillon de todos os tempos bancado pelo município e possivelmente uma participação do Estado. “Tenho medo que ao longo do tempo o município não aguente mais arcar com esse tipo de ação. Temos que partir para parceria com pessoas que incentivam o turismo. A cobrança de R$ 2,00 por diária ao turista gerará um recurso que será investido totalmente no turismo”. De acordo com o gestor, o que levou os empresários protestarem contra o projeto, sendo eles os próprios idealizadores, foi por que eles queriam administrar 100% da arrecadação ou seja queriam que todo dinheiro fosse para o Fundo Municipal de Turismo (FUMTUR), o que ele não aceitou. A decisão segundo o prefeito, é justamente para que seja feita a distribuição legal dentro do município, para que o recurso chegue até Corumbau, Cumuruxatiba, Guaratiba e outros.
Na oportunidade relatou que Prado terá o melhor réveillon de todos os tempos bancado pelo município e possivelmente uma participação do Estado. “Tenho medo que ao longo do tempo o município não aguente mais arcar com esse tipo de ação. Temos que partir para parceria com pessoas que incentivam o turismo. A cobrança de R$ 2,00 por diária ao turista gerará um recurso que será investido totalmente no turismo”. De acordo com o gestor, o que levou os empresários protestarem contra o projeto, sendo eles os próprios idealizadores, foi por que eles queriam administrar 100% da arrecadação ou seja queriam que todo dinheiro fosse para o Fundo Municipal de Turismo (FUMTUR), o que ele não aceitou. A decisão segundo o prefeito, é justamente para que seja feita a distribuição legal dentro do município, para que o recurso chegue até Corumbau, Cumuruxatiba, Guaratiba e outros.
“Penso no município, não em classe separada. Estou preocupado com o Prado e não com pessoas isoladas ou classes isoladas”, declarou. Destacando ainda que o que está faltando é união e participação dessas pessoas de forma educada. “Quem investe no verão, réveillon , carnaval, sete de setembro, aniversário da cidade é o município, então é ele que sabe onde é que dói, e deve administrar”, deixando claro que o seu governo é aberto e espera discutir com todos o melhor para o Prado de ponta a ponta.
Antonio Carlos